Mais uma vítima da irresponsabilidade, mais uma vítima dos pais que fazem as vontades aos filhos e depois fogem às responsabilidades alegando que para todos os efeitos nunca quiseram o cão em casa.
Esta é a história da Sasha, uma menina levada para casa por umrapazinho, oferecida pelo seu amigo quando a cadela grand anois desteteve uma linda ninhada de pai incógnito.Quando chegou a casa a reacção dos pais foi unânime: não queremos cácães. Mas face à grannnndeeee vontade do filho, blá, blá, blá, acadela ficou. Foi ao vet, foi vacinada e assim se deu início à vidafamiliar com um elemento canino.Mas, e em todas as histórias dos telefonemas que recebemos há um mas,a cadela cresceu imenso, tratava-se de um apartamento, começaram asdestruições típicas de um cachorro e um dia o grande pai de famíliadecide que aquela é a última noite que a cadela passa naquela casa,após ter roído um objecto tão precioso que actualmente já nem selembram do que foi. A mãe, após tentar vários amigos, sem terconseguido um novo lar para a cadela, e estando preocupada com aestabilidade emocional do filho, resolve então não lhe contar que odestino da cadela é o canil municipal, mentindo-lhe e dizendo que foi dada a um colega de trabalho.
Realmente o mais importante é resguardaras emoções do filho. As emoções da cadela? O que é que isso interessa?É apenas um bicho.Numa réstia de arrependimento por nestes 10 meses também se terhabituado à cadela (???????) tenta que no canil onde a entregou adiemo máximo possível o abate e entra em contacto connosco num pedido deajuda para salvar a cadela.É claro que apesar de tudo valorizo a atitude, pelo menos não tem ocoração totalmente insensível, admite que nunca deveriam ter cedido,que a cachorra deveria ter voltado logo para trás no dia em que ofilho a trouxe. O que não consigo aceitar é que consigam viver com ofacto de provavelmente irem sujeitar à morte uma cadela por um errodeles e só deles. Isso é que não consigo engolir e não consigoperceber como conseguem continuar a viver como se nada fosse, com oambiente familiar controlado, enquanto a cadela agoniza no canil, semsaber o que fez de mal para merecer estar naquele sítio escuro, sem asua família, sem o seu doninho do coroção, privada de carinho, da suacaminha, dos seus brinquedos e em breve privada da própria vida.É ainda um bebé apesar do seu tamanho, tem 10 meses, está vacinada epode ter uma vida inteira pela frente. Está nas nossas mãos permitir-lhe essa 2ª oportunidade ou não.
Peço-vos que a divulguem a omáximo, estamos em luta contra o tempo, para não variar.
Contacto para adopção:
96 796 17 32 - Mafalda G96 358 20 33 - Vanda G
Pé ante Pata




Pensamos que por ser jovem (4meses) possa ter ido com quem lhe abriu o portão e fez festas. Era cruzada de husky com pastor alemão tinha um olho castanho e outro azul, de coloração bege e castanha. Foi oferecida as minhas irmãs de 5 e 2 anos que estão desoladas. Se tiverem informações por favor contactar para o e-mail.
Obrigada
O trabalho é da fotógrafa Traer Scott, que passou meses acompanhando o quotidiano de ONGs que tiram animais carentes das ruas, oferecem tratamento e abrigo, e depois tentam encontrar famílias para adoptá-los. 


